“A 26 de Novembro vais ter a confirmação.”
26 de Setembro? Mas isso não faz
sentido! Quer dizer, de acordo com a minha teoria o número não tem qualquer
simbolismo relacional. E é impossível dizer se vai acontecer ou não, seja o que
for que se vai suceder.
Já
pesquisei os acontecimentos da data, já me lembrei que possa ter sido uma
contagem dos dias porque me perguntou em que dia do mês é que estávamos e
corrigiu o 28 para 26, nada faz sentido. 26? Porquê 26? Porque não 15, ou 10 de
Dezembro?
Afinal
isto de ser uma marioneta num mundo rodeado por robôs ou máquinas programadas
para me tornarem num objecto de estudo tem que se lhe diga. Principalmente
quando os observadores nos dão enigmas impossíveis de decifrar que só deixam
dúvidas e suposições sem certezas de nada.
26? Será
que são conversas paralelas que me levam a duvidar da minha própria conjectura?
Conversas essas que sou obrigada a desconhecer por motivos que me são alheios
mas bem evidentes. É isso? A minha vida está algures entre uma charada e umas
palavras num banco de jardim? Não. Não pode ser… Conheço-os demasiado bem para
saber que não é disso que se trata, não pode ser. Até porque o risco de um “Não”
ultrapassa em grande escala a coragem que algum dia possa vir a existir e todos
sabem disso. Não é difícil perceber da minha boca só sairia uma resposta
negativa. E depois seriam incapazes de falar disso seja com quem for.
Mas se não é isso então é o quê?
26? Porquê? Não sei, e duvido que algum dia venha a saber… mesmo depois do dia
26 de Novembro. Tiraram-me o sono, encheram-me de dúvidas.
É esperar que o puzzle se resolva
por si já que eu aparentemente não o consigo fazer.
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