Pois, minha cara
Margarida Rebelo Pinto, é só pra dizer que as "gordinhas", como lhes
chama, nem sempre são "one of the boys", nem sempre são divertidas e
bem dispostas e acima de tudo nem sempre têm falta de classe ao ponto de "fazer chichi de pernas abertas num beco do Bairro Alto". Esse estereótipo é claramente de uma
mulher que não sabe o que é o mundo, que vive numa realidade perfeita e que não
tem nada pra fazer sendo a única coisa que lhe resta pra abater o aborrecimento
dizer mal de mulheres que não lhe agradam à vista (que é como quem diz lavar a
roupa suja publicamente).
E mais uma coisa,
se eu vir uma pessoa a urinar na rua, seja ela homem ou mulher, gorda ou magra,
vou sempre recriminá-la porque obviamente é uma javarda, mal-educada e sem autocontrolo
(desculpem-me mas o alivio da bexiga em plena praça publica é uma coisa que me
deixa absolutamente enojada).
Não sei se
repararam mas a pequena Margarida usa o termo "gordinha" pra não
ofender a olhos vistos ninguém mas depois diz mal delas como se tivessem uma
doença contagiosa qualquer que está a matar o mundo. E ainda finaliza com um
"E quanto às Gordinhas, o melhor é arranjarem um
namorado. Ou uma dieta. Ou as duas coisas.", porque elas já não se sentem mal com elas mesmas o
suficiente, na maior parte dos casos.
Leiam o artigo da
senhora porque de facto vale a pena ver como há pessoas absolutamente horríveis
neste mundo ao ponto de escreverem coisas assim.
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