Como continuei a encontrar pequenas coisas que mexem e dão pelo nome de um insecto qualquer (que agora sei que não são pulgas, mas sim uma praga trazida pelos pombos que inevitávelmente residem na minha janela) fui à farmácia ao que me responderam que o veneno deveria ser comprado numa drogaria ou numa clínica veterinária. Como não conheço nenhum dos dois estabelecimentos aqui em Lisboa liguei à mãe e pedi-lhe que me comprasse isso e me trouxesse cá.
E amanhã lá vem ela, no comboio das oito horas, com o desinfectante prós bicharocos e para me ajudar a limpar a fundo a casa (outra vez). Estou a rezar pra que seja desta que a praga desaparece. Já não aguento tanta comichão!
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